segunda-feira, 30 de maio de 2011

Revista quer matar a Dilma

Alguém pensou que somente a revista Veja seria capaz de atrocidades jornalísticas? Pois a Época, o impresso semanal das organizações Globo, não fica atrás.

O periódico estreou sua faceta mórbida, justamente, é claro, com a presidenta Dilma. Na capa de sua edição recente, matou a presidenta através de uma foto-montagem absurda.

Isso numa reportagem sobre a sua saúde.

No miolo da publicação, aparece um "prontuário da presidenta", mostrando todos as suas doenças.

O engraçado é que na própria reportagem os médicos dizem que Dilma apresenta ótimo estado de saúde.

Então para que o circo? A resposta é óbvia. Não interessa a contradição explícita do texto com a capa e a realidade.

O importante é deixar algo no ar.

sábado, 28 de maio de 2011

SBT censura depoimento de guerrilheiro para proteger Folha de São Paulo

Deu no Blog Comunistas

O blogueiro Raphael Tsavkko do Blog do Tsavkko já havia denunciado o corte que o SBT fez no depoimento do guerrilheiro Carlos Eugênio Paz no final da novela Amor e Revolução. No exato momento em que ele iria dizer os nomes dos empresários brasileiros que financiavam a tortura.

Pois, infelizmente, ao que tudo indica, os cortes serão padrão na emissora de Silvio Santos. Anteontem (26/05/2011) mais um depoimento foi cortado. No momento em que Ivan Seixas ia dizer que o Jornal Folha de São Paulo noticiou a morte de seu pai quando ele ainda estava vivo, pois o jornal da família Frias era um dos principais aliados da repressão e tinha informações privilegiadas dos torturadores/assassinos da ditadura, de novo os editores deram uma tesourada.

Provavelmente Sílvio Santos deve ter temido alguma retaliação por parte do Jornal caso resolvesse trazer esta polêmica à tona. Mas o problema dessa estratégia medrosa do "Homem do Baú" é que os depoimentos acabam ficando sem sentido. Vejam abaixo o vídeo de Ivan Seixas com os cortes:



E veja esta reportagem da Rede Record onde Ivan Seixas denuncia como a Folha de São Paulo soube que seu pai iria morrer:

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dilma Rousseff, Palocci e os omeletes

Por Rodrigo Vianna, no Escrevinhador

A defesa de Palocci já custou caro para o governo: primeiro os ruralistas aprovaram o Código Florestal, em troca de não apertar o cerco ao ministro consultor; depois, Dilma cedeu à pressão da bancada religiosa e suspendeu o kit contra preconceito do Ministério da Educação. Esse foi o custo, no curto prazo.

Mais grave é o que pode ocorrer no médio prazo: a dissolução da base social que apoiou Dilma na eleição. Isso sim é grave, gravíssimo.

Os sinais já estão nas redes sociais. A militância que defendeu Dilma bravamente contra Serra durante a campanha suja de 2010, essa começa a abrir mão de apoiar o governo… O quadro pode ser revertido? Pode, com mudança de rumo. No ritmo atual, Dilma caminha para uma situação preocupante.

Muita gente há de de lembrar 2003. Primeiro ano de mandato de Lula. O governo parecia paralisado: juros nas alturas, Reforma da Previdência, parte da base social do petismo abandonava Lula. Palocci tentava acalmar o “mercado”. Era preciso. O Brasil estava às portas da bancarota. E aquele era um governo de coalizão, que ninguém se enganasse.

A polêmica do kit anti-homofobia

Escrito por Brizola Neto, no Tijolaço

A orientação sexual, como qualquer outra que dependa das convicções íntimas de qualquer pessoa, é uma liberdade inalienável do cidadão, e não  o deve  fazer  ser considerado melhor ou pior por isso.

É totalmente compreensível e louvável a ação da comunidade homossexual contra a discriminação de que é vítima, discriminação que não raro se explicita em violência. E deve-se a essa ação grande parte do pouco que o nosso país tem avançado em matéria de respeito ao ser humano, seja qual for o caminho que escolha para sua vida sexual.

O respeito à diversidade, neste e em outros campos é, sim, matéria a ser tratada nas escolas. Como é o racismo, como é a discriminação aos portadores de deficiências, às religiões, a tudo que nos impeça de ver a igualdade fundamental do ser humano.

Justamente por isso, creio que temos de cuidar para que nosso desejo de tolerância não alimente os intolerantes.

Entrevista: José de Abreu e a militância acima dos partidos políticos

José de Abreu: “A politização dos indivíduos na rede está acima dos partidos e dos governos”


Por Rachel Duarte, no Sul 21

Jovem militante nos tempos da ditadura militar, gaúcho por adoção, ator global há 30 anos e um influente ativista da internet, José de Abreu prestigiou o lançamento do Gabinete Digital de Tarso Genro nesta terça-feira (24) e, ao final do evento, conversou com o Sul21. Ele falou sobre sua relação com a política e a militância assumida no Partido dos Trabalhadores (PT).

Petista tradicional desde 1989, o ator de 65 anos tornou-se atração no Twitter durante as eleições de 2010 pelo desempenho em favor do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e pela eleição de Dilma Rousseff. Com mais de 12 mil seguidores na rede social, ele analisou o poder da web para o exercício da democracia. Para José de Abreu, ao contrário do que dizem alguns críticos, a internet é um meio de politização e tem um poder fundamental nas relações sociais e políticas na era da globalização.

Trabalhando na novela Insensato Coração, Abreu acredita que as concessões das grandes emissoras brasileiras estão ameaçadas com a expansão das mídias digitais e não deixou de citar a decadência das redes brasileiras de TV e mesmo da Rede Globo diante do crescimento das empresas de telecomunicações estrangeiras no Brasil.

Sul21 – O senhor já foi preso por perseguição política durante o período de exceção e buscou refúgio no Rio Grande do Sul. Por viver aqui, em Pelotas, o senhor disse que adotou a cidade e não esconde o título de Cidadão Pelotense.


José de Abreu (JA) – Fui preso por dois meses, em 1968, durante o congresso na UNE (União Nacional dos Estudantes). Saí do país no final de 1972, quando tive um exílio forçado na Holanda, e voltei no final do ano seguinte para Pelotas (RS). Eu escolhi o Rio Grande do Sul porque era bem perto do Uruguai, qualquer coisa era fácil de escapar bem rápido. (risos) E, quando eu recebi o título de Cidadão Pelotense, o presidente da Câmara de Vereadores disse que estava me concedendo o título ciente de que eu não iria assumi-lo… Mas eu tenho orgulho de dizer que sou de Pelotas, apesar de isso ser motivo de piada. Meus dois filhos são bem machos inclusive, a filha um pouco menos. (risos)

Manchetes 2030, segundo Basílio

Do Blog do Batsílio

Do jeito que foi aprovado não fica. Dilma quer mudanças no Código Florestal

É possível aliar desenvolvimento agrícola à preservação e equilíbrio ambiental?

A presidenta da República Dilma Roussef acredita que sim.

De maneira firme, ela foi bem clara em relação ao  Código Florestal aprovado recentemente pelo deputados. Se o Senado não reverter e modificar determinados artigos que contrariam os objetivos do governos, haverá veto.

domingo, 22 de maio de 2011

Exploração sexual de crianças e adolescentes: Para lembrar e combater

Centenas de estudantes, crianças, jovens e adultos ocuparam as ruas de Cabrobó no último dia 18 de maio para divulgar o dia Dia Nacional de Luta Contra a Violência Sexual de Crianças e Adolescentes.

A atividade foi organizada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, da Prefeitura de  Cabrobó, e faz parte do calendário de ações desenvolvidas pelo Centro Municipal de Referência Especializado de Assistência Social.

Trata-se da culminância da semana Municipal de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, inciada em 12 de maio.

Com a campanha “Faça Bonito, Proteja Nossas Crianças e Adolescentes”, foram intensificadas as ações de combate à exploração sexual de criançnas e adolescentes nas rodovias que fazem parte do território de Cabrobó.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Não basta ser mestre, tem que ser santo

A professora Amanda Gurgel, do Rio Grande do Norte, mostrou durante pouco mais de oito minutos, que o vergonhoso salário dos professores é uma calamidade. De três dígitos.

Em muitos estados e municípios, outras categorias do funcionalismo público aos poucos conseguem aumento salarial, mas os docentes seguem perdendo o poder de compra ano após ano.

Na prática, para o professor sobreviver, tem que aumentar sua carga-horária com outros contratos e trabalhar os três expedientes, conciliando horários e deslocando-se feito louco de uma escola para outra.

Não basta ser mestre, tem que ser santo para aguentar o sofrimento.

Mais um post sobre o livro do MEC. Quem mandou a mídia pagar mico?

Muita gente caiu na conversa do Bom Dia Brasil e de outros maliciosos noticiários da imprensa escrita e falada, quando foi maldosamente comentada a publicação do livro Por uma vida melhor, da professora Heloísa Ramos.

A imprensa brasileira de fato passou dos limites. Apresentadores e comentaristas mal-informados, que sequer tiveram o cuidado de ler o livro em questão deturparam a notícia, omitiram fatos e, claro, desceram a lenha na obra.

Se conseguiram ou não engabelar os leitores e telespectadores eu ainda não sei. No frigir dos ovos, esses arautos defensores superficiais da Língua Portuguesa pagaram um grande mico, daqueles que ficarão na História.

Choveram artigos e depoimentos de especialistas no assunto, a exemplo do post anterior reproduzido neste blog, desmistificando a falsa polêmica, colocando os pontos os is e desmascarando os jornalistas mal-informados que julgaram e condenaram a obra de Heloísa Ramos.

Para sepultar de vez os argumentos de gente como o Alexandre Garcia, convido para uma olhada no vídeo abaixo, onde os escritores Marcelino Freire e Cristovão Tezza destroem toda a mutreta jornalística criada pela mídia nesses últimas 72 horas.

Aproveito para indicar também a leitura de dois excelentes artigos, nos blogs Pragmatismo Político e Cloaca News, sobre o tema.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Polêmica ou ignorância?

Por Marcos Bagno

Para surpresa de ninguém, a coisa se repetiu. A grande imprensa brasileira mais uma vez exibiu sua ampla e larga ignorância a respeito do que se faz hoje no mundo acadêmico e no universo da educação no campo do ensino de língua.

Jornalistas desinformados abrem um livro didático, leem metade de meia página e saem falando coisas que depõem sempre muito mais contra eles mesmos do que eles mesmos pensam (se é que pensam nisso, prepotentemente convencidos que são, quase todos, de que detêm o absoluto poder da informação).

Polêmica? Por que polêmica, meus senhores e minhas senhoras? Já faz mais de quinze anos que os livros didáticos de língua portuguesa disponíveis no mercado e avaliados e aprovados pelo Ministério da Educação abordam o tema da variação linguística e do seu tratamento em sala de aula. Não é coisa de petista, fiquem tranquilas senhoras comentaristas políticas da televisão brasileira e seus colegas explanadores do óbvio.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Técnicas para a manipulação da opinião pública

Extraído do Blog do Luiz Nassif Online
Autor: Sylvain Timsit
Por Paulo Kautscher

1- A estratégia da diversão
Elemento primordial do controle social, a estratégia da diversão consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, graças a um dilúvio contínuo de distrações e informações insignificantes.

A estratégia da diversão é igualmente indispensável para impedir o público de se interessar pelos conhecimentos essenciais nos domínios da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.

"Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por assuntos sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar, voltado para a manjedoura com os outros animais" (extraído de "Armas silenciosas para guerras tranquilas").

2- Criar problemas, depois oferecer soluções
Este método também é denominado "problema-reação-solução". Primeiro cria-se um problema, uma "situação" destinada a suscitar uma certa reação do público, a fim de que seja ele próprio a exigir as medidas que se deseja fazê-lo aceitar. Exemplo: deixar desenvolver-se a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público passe a reivindicar leis de segurança em detrimento da liberdade. Ou ainda: criar uma crise econômica para fazer como um mal necessário o recuo dos direitos sociais e desmantelamento dos serviços públicos.

sábado, 7 de maio de 2011

O Globo e a Folha (*) produzem manchetes piromaniacas para fabricar inflação

Por Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada

Estourou a meta !

Instala-se o caos !

Chama o André e o Pérsio Árida !

Só o FHC será capaz de nos salvar !

O jogo do PiG (**) é triplo:

1) Fabricar inflação ao jogar com as  expectativas.

Na esperança de ainda ter poder político para influenciar os que fazem preço;

2) Aumentar os juros e estancar o progresso;

3) Desestabilizar (e derrubar) este e todo Governo trabalhista: Vargas, Jango, Brizola, Lula e a Presidenta.

Os preços subiram agora por causa do etanol e gasolina – e isso vai cair.

Subiram também por causa do “processo civilizatório” a que se referiu o Delfim, quando previu que a inflação nao vai explodir.

“Processo civilizatório” é o povão com grana no bolso.

Mantega disse que o pior já passou.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Clube dos 13 rompe com Rede TV e cartolas mantém o monopólio da Globo


 
Por Júlio Hungria, no Bluebus

Clube dos 13 rompe com Rede TV e cartolas mantem o monopolio da Globo 07:29 Vc tinha alguma duvida sobre o capitulo final? O dinheiro da Globo e a subserviência dos presidentes de clubes acabou com a chance de desfazer o monopolio da transmissao dos jogos. Rodrigo Mattos escreve hoje na Folha - "Determinado em reuniao ontem, o rompimento do Clube dos 13 com a Rede TV acabou, em definitivo, com a negociaçao coletiva de direitos de TV pelos times nacionais, vigente nos últimos 24 anos. Valem os acordos individuais já feitos por 16 clubes com a Globo. Serao 18, pois Atlético-MG e Internacional confirmaram que devem assinar com a emissora. É o fim da uniao dos clubes em torno de sua principal fonte de renda. É o início de uma era em que aumenta o desequilíbrio entre os times". 04/05 Julio Hungria

"Um reflexo disso é o cenário que desenha a nova liderança do presidente do Corinthians, Andres Sanchez. Antes da reuniao, ele articulou com o presidente do C13, Fábio Koff, uma saída para a disputa das emissoras pelos direitos de TV do Brasileiro entre 2012-2015. Anteontem, Koff informou à Rede TV! que o contrato assinado pelo C13 com a emissora nao era válido (!), E agora, a entidade avisará ao Cade que desiste da açao para barrar os acordos individuais firmados entre clubes e Globo :-) - 'Os clubes acabaram com o meu poder' - disse. E ainda curvou-se - 'Espero que nao crie embaraço'…". E a Folha publica 1 depoimento de derrotado - "A negociaçao coletiva era melhor. Mas nao dá para brigar com fatos" - disse Marcelo Guimaraes Filho, do Bahia. 04/05 Julio Hungria

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Bin Laden pode até estar morto, mas não nesta foto

Depois de 10 anos de perseguição, os EUA anunciam a morte de Osama Bina Laden.

Desde a madrugada de hoje, várias cidades norte-americanas festejam o feito. O povo foi à ruas comemorar antes mesmo do pronunciamento do presidente Barak Obama.

Ao mesmo tempo o mundo se pergunta o que vai acontecer daqui para frente. Como irão se comportar os membros da Al Qaeda? Havará retaliações? Serão imediatas?

De uma forma outra, esse assassinato está rodeado de informações distorcidadas. Os talibãs, por exemplo, negem que seu líder morreu. Pudera, não há corpo. Dizem que foi jogado no mar. Como assim, e por que tão rápido?

Pelo detalhamento do ataque norte-americano, concordo que Bin Laden de fato foi morto. Mas a tal foto acima divulgada por toda a mídia não é verdadeira.

Trata-se de uma montagem que circula na internet já há algum tempo. Quer saber onde e quando? No blog Window Into Palestine, postada em 6 de novembro de 2010. Há ainda outros sites mostrando como se deu a mutreta.

domingo, 1 de maio de 2011

A origem do 1º de Maio, o Dia Internacional dos Trabalhadores

Por Webster Franklin, no Luiz Nassif online

À sombra da praça Haymarket

Albert Persons, August Spies, Sam Fielden, Oscar Neeb, Adolph Fischer, Michel Schwab, Louis Lingg e Georg Engel. Não, não é uma lista de roqueiros. Tampouco de participantes de algum reality show, membros de uma banca de doutorado ou reservas de um time de rugby. São personagens do episódio sangrento que deu origem, em 1886, ao 1º de Maio, o Dia Internacional dos Trabalhadores.

No início da década de 1880, a jornada média de trabalho nos Estados Unidos era de 16 horas diárias. Os salários mal davam para a sobrevivência. O movimento operário, até então dividido e frágil, começa a se robustecer com as levas migratórias, sobretudo de irlandeses, alemães e escandinavos (a população norte-americana salta de 9,6 milhões em 1820 para 31,3 milhões em 1860). A mídia era implacável sobre os direitos dos trabalhadores. Eis o que opinou o Chicago Times, em abril de 1886: "O único jeito de curar os trabalhadores do orgulho é reduzi-los a máquinas humanas, e o melhor alimento que os grevistas podem ter é chumbo".

Em 1881, nasce a Federação Americana do Trabalho (American Federation of Labor - AFL). Num congresso realizado em Chicago em novembro de 1884, as entidades sindicais congregadas na AFL unificam suas reivindicações em torno de uma palavra de ordem: "Oito horas de trabalho, oito horas de descanso, oito horas de educação". O prazo para que os patrões atendessem a reivindicação seria 1º de maio de 1886.

Na data marcada, os Estados Unidos são sacudidos por grandes manifestações operárias e muitas fábricas são paralisadas. Em Chicago, a praça Haymarket concentra, pacificamente, comícios e passeatas. A mobilização continua por vários dias. No dia 3 de maio, a polícia abre fogo contra operários da fábrica McCormick Harvester, matando seis deles e ferindo dezenas. Centenas são presos. Em protesto, é convocado para o dia seguinte um ato na Haymarket.