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terça-feira, 3 de julho de 2012

Coisa de governo petista

“Por trás de um bom aluno de Matemática há sempre um bom professor de Matemática”.

Por Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada


GENIOSINHOS DA MATEMÁTICA.
ESSE NUNCA DANTES…

Maria Clara da Silva, 16 anos, de Pirajuba, Minas, foi a primeira estudante de uma escola pública a participar da olimpíada mundial de Matemática, ano passado, em Amsterdam, na Holanda.

Até então, só estudantes de escolas particulares representavam o Brasil.

Maria Clara conseguiu medalha de bronze e este ano disputa a de ouro em Mar del Plata, na Argentina.

Tábata Amaral é filha de um trocador de ônibus, em São Paulo.

Ela tem 18 anos e cursa Física na USP.

Ela quer ser Astrofísica.

Recebeu uma bolsa do grupo Etapa e acaba de receber uma bolsa para estudar em Harvard.

Se quisesse, ia também para Princeton, Columbia ou Yale – que também lhe ofereceram bolsas de estudos.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Quem controla a informação?



Quem controla a informação?  É o nó da CPI da Veja


Escrito por Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada

A batalha não é sobre a associação do crime organizado ao PiG (*) e a governos tucanos.

Aparentemente,  o que surgiu até agora do tucano Marconi Perillo é a ponta do iceberg.

( O senador Requião quer que a CPI da Veja investigue a possibilidade de Carlinhos Cachoeira ter negociado a instalação do crime organizado no Paraná, com  membros do governo tucano do Beto Richa.)

Sobre o PiG, alem do conluio entre a Veja e a Globo – a Globo transforma em Chanel # 5 o sólido detrito de maré baixa da Veja -, a associação do Correio Braziliense e outros notáveis órgãos do grupo Associados ao crime organizado ruborizaria o próprio Chateaubriand.

Mas, não é tudo.

Suspeita-se que notáveis colonistas (**) de notáveis jornais do PiG se tenham enlameado nos grampos do Cachoeira.

A desmoralização do PiG, colonistas e de governadores tucanos não significa desmoralizar a hipocrisia da oposição.

Por um motivo muito simples.

A oposição de verdade é o PiG.

Que precisa  vingar a derrota nas três últimas eleições presidenciais e a próxima queda do reduto conservador na cidade de Sao Paulo.

Derrotas que o PiG sofreu na carne, porque o Alckmin e do Cerra não passavam de seus meros instrumentos eleitorais.

Clique aqui para ler a interpretação que Fernando Brito, no Tijolaço, deu à pesquisa do Datafalha que mostra a es-pe-ta-cu-lar popularidade da Dilma e do Lula.

A manipulação da CPI da Veja e a condenação do José Dirceu no mensalão serão o terceiro turno do PiG – já que Alckmin e Cerra foram impotentes.

Para conseguir isso, o PiG tenta, antes,  um Golpe contra ministros do Supremo.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Leandro Fortes mostra quem é racista

Veja, abaixo, o texto contundente (e necessário) de Leandro Fortes (Carta Capital) acerca da Ação Judicial movida pelo jornalista da TV Globo Heraldo Pereira contra o blogueiro e também jornalista Paulo Henrique Amorim (PHA), do Conversa Afiada.

PHA é um das vozes mais importantes do jornalismo brasileiro. Quem conhece a sua história e acompanha a batalha pela democratização da mídia no Brasil sabe que o ansioso blogueiro está muito longe de ser racista. Como bem escreveu Leandro Fortes.

     Amorim, Pereira e o Leandro Fortes: Os três sabem que o primeiro não tem nada de racista     

Racista é a PQP, não PHA!

Por Leandro Fortes, no Brasília eu vi

Paulo Henrique Amorim, assim como eu e muitos blogueiros e jornalistas brasileiros, nos empenhamos há muito tempo numa guerra sem trégua a combater o racismo, a homofobia e a injustiça social no Brasil. Fazemos isso com as poderosas armas que nos couberam, a internet, a blogosfera, as redes sociais. Foi por meio de pessoas como PHA, lá no início desse processo de abertura da internet, que o brasileiro descobriu que poderia, finalmente, quebrar o monopólio da informação mantido, por décadas a fio, pelos poderosos grupos de comunicação que ainda tanto fazem políticos e autoridades do governo se urinar nas calças. PHA consolidou o termo PIG (Partido da Imprensa Golpista) e muitos outros com humor, inteligência e sarcasmo, características cada vez mais raras entre os jornalistas brasileiros. Tem sido ele que, diuturnamente, denuncia essa farsa que é a democracia racial no Brasil, farsa burlesca exposta em obras como o livro “Não somos racistas”, do jornalista Ali Kamel, da TV Globo.

Por isso, classificar Paulo Henrique Amorim de racista vai além de qualquer piada de mau gosto. É, por assim dizer, a inversão absoluta de valores e opiniões que tem como base a interpretação rasa de um acordo judicial, e não uma condenação. Como se fosse possível condenar PHA por racismo a partir de outra acusação, esta, feita por ele, e coberta de fel: a de que Heraldo Pereira, repórter da TV Globo, é um “negro de alma branca”.

O termo é pejorativo, disso não há dúvida. Mas nada tem a ver com racismo. A expressão “negro de alma branca”, por mais cruel que possa ser, é a expressão, justamente, do anti-racismo, é a expressão angustiada de muitos que militam nos movimentos negros contra aqueles pares que, ao longo dos séculos, têm abaixado a cabeça aos desmandos das elites brancas que os espancaram, violentaram e humilharam. O “negro de alma branca” é o negro que renega sua cor, sua raça, em nome dessa falsa democracia racial tão cara a quem dela usufrui. É o negro que se finge de branco para branco ser, mas que nunca será, não neste Brasil de agora, não nesta nação ainda dominada por essa elite abominável, iletrada e predatória – e branca. O “negro de alma branca” é o negro que foge de si mesmo na esperança de ser aceito onde jamais será. Quem finge não saber disso, finge também que não há racismo no Brasil.