sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Colunista da revista Veja ataca ator José de Abreu

       Abreu foi chamado de "vagabundo metralha", entre outros adjetivos       

Escrito por Altamiro Borges, no Blog do Miro

Pitbull da Veja ataca José de Abreu


As badaladas "marchas contra a corrupção", ocorridas no feriado de ontem (12) em algumas capitais, tem gerado intensa polêmica na velha mídia e nas redes sociais. O clima esquentou e alguns fascistóides, inclusive, partiram para a baixaria - o que poderia até resultar, e seria bom, em processos judiciais.

Os jornalões, que costumam esconder qualquer protesto popular, deram destaque para o assunto nas suas edições de hoje. "Calunistas" avessos às passeatas ou greves - tratadas sempre como "badernas que tumultuam o trânsito" - não esconderam sua simpatia militante pelas marchas de ontem. Já nas redes sociais, muitos ativistas digitais denunciaram os "protestos" como manobra da direita golpista.

O real significado das "marchas"

As motivações e a real força destas marchas ainda demandarão muita reflexão. Hoje mesmo, num excelente seminário sobre comunicação promovido pela CUT do Rio de Janeiro, vários presentes abordaram o tema com preocupação. O deputado petista Robson Leite, um ativo participante da luta pela democratização dos meios de comunicação, foi duro nas críticas.

Para ele, as tais "marchas" são incentivadas pela mídia direitista e são perigosas para a democracia. Negam os partidos e os sindicatos, fazem a escandalização da política e atentam contra as instituições democráticas da sociedade. Robson coloca em dúvida a "espontaneidade" destas manifestações, lembrando que lideranças da oposição de direita e a mídia tentam usar parcela da juventude como bucha de canhão. A ditadura no Brasil e o nazifascismo na Europa também nasceram com o discurso da negação da política.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Você terá um tablet brasileiro mais rápido do que imagina

     Ziriguidum, ziriguidum: Governo reduz imposto para o nosso tablet      

A presidenta Dilma Roussef sancionou ontem (11) a lei que diminui os impostos que incidem sobre os tablets vendidos no Brasil. A meta do governo federal é reduzir em até 36% o valor das alíquotas sobre esses equipamentos.

A venda dos tablets fabricados no Brasil começa a partir de dezembro. Com as novas regras, eles ficarão isentos do PIS e Cofins, o que é uma maravilha.

O preço pode cair ainda mais se os governos estaduais reduzirem também o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

Outra boa notícia é a intenção do governo federal, que pretende enquadrar os tablets no Processo Produtivo Básico (PPB), o que significa garantir os mesmos benefícios de isenção de PIS e Cofins. Assim, o imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cairá de 15% para 13% em alguns estados.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Morre um dos melhores do humor brasileiro

     Mestre na arte das imitações, Vasconcellos começou sua carreira no rádio      

Morreu na madrugada de hoje (11), José Vasconcellos, um dos melhores humoristas do Brasil.

Na minha opinião ele está no nível de Chico Anysio, Ronald Golias e Renato Aragão. Para rir, bastava olhar para ele.

José Thomaz da Cunha Vasconcellos Neto nasceu no Rio Branco, Acre, tinha 85 anos e sofria do mal de Alzheimer. Estava internado no Hospital das Clínicas de São Paulo com problemas nos rins, quando sofreu uma parada cardíaca.

Ele era mais conhecido por viver o personagem gago Ruy Barbosa Sa-Silva, na "Escolinha do Professor Raimundo", da rede Globo, e "Escolinha do Barulho", na Record.

É mais um grande humorista que se vai.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Quem disse que juizes são deuses?

    A juíza corregedora Calmon, com cara de "Pronto, falei"  

Em artigo publicado no portal Bahia247, o qual reproduzo abaixo, o Especialista em segurança pública Antônio Jorge Melo mostra que não há ofensa na declaração da ministra Eliana Calmon (foto) sobre "bandidos togados".

Por Antônio Jorge Melo

Quem, nos meios jurídicos, ainda não ouviu a assertiva de que os juízes pensam que são deuses e os desembargadores têm certeza? Pois bem, até pouco tempo, antes da providencial criação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), tal afirmativa era, de certa forma, a pura expressão da verdade, pois, os membros do Poder Judiciário sempre foram onipotentes. Nesta onipotência, entre outras garantias, os magistrados só podiam ser fiscalizados e julgados pelos próprios membros da instituição. E isto é compreensível, pois deuses não precisam prestar contas a ninguém, pois, afinal, são deuses. Nessa lógica, o CNJ, criado para fazer o controle e garantir a transparência do trabalho dos magistrados, recentemente teve sua competência contestada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), através de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade.

Alega a representação sindical dos magistrados que apenas as corregedorias dos tribunais estaduais deveriam estar à frente de casos de censura e de advertência e que punições, como aposentadorias compulsórias, disponibilidade e remoção, deveriam ser regulamentadas por uma lei e não por resolução do CNJ. Sim, há muitos juízes e desembargadores que se julgam deuses, mas, felizmente, discordando dessa velha história de que há duas espécies de magistrados: os que pensam que são deuses e os que têm certeza, há os que ainda têm dúvidas e os que sabem que são humanos e, como tais, falíveis. Dentre estes últimos, está uma baiana, a ministra Eliana Calmon, que, em entrevista à Associação Paulista de Jornais (APJ), criticando a posição da AMB, afirmou: "Acho que é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga".

Sempre temos argumentos para os dois lados de uma questão judicial. Mas, antes mesmo do mérito da questão levantada pela AMB ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), as declarações da ministra sobre "bandidos que estão escondidos atrás da toga", desencadearam uma crise sem precedentes no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde, segundo o jornal "O Estado de São Paulo", o recurso da AMB tem o endosso velado de seus membros que são juízes de carreira. "Data maxima venia", as declarações da ministra, ao contrário do que entenderam seus colegas do CNJ e as lideranças da magistratura, não ofendem a honra dos juízes brasileiros, mas, pelo contrário, expõem, com crueza e sinceridade, a existência de uma minoria que compromete a autoridade de milhares de magistrados que diariamente se dedicam ao ofício de julgar com imparcialidade e honestidade, mesmo com o sacrifício da própria vida.

Para o senador Humberto Costa "O PSB não abriu o diálogo”


    "O PT tem como grande referência sua lealdade a um projeto. Não ficamos chafurdando na Frente, puxando o tapete dos outros"     

Em entrevista a Ana Lúcia Andrade e Bruna Serra, no Jornal do Commercio, o senador Humberto Costa (PT) atribui à falta de articulação da Frente Popular os recentes transtornos envolvendo os aliados.

JC - O que aconteceu na Frente Popular? Foi algo isolado, de Petrolina, ou o anúncio de uma desarrumação dessa base que ficou grande demais?

HUMBERTO COSTA – A avaliação que faço é de que tudo o que aconteceu até agora é resultado de um problema coletivo, de uma falta de articulação política. Nós do PT assumimos a nossa parte nisso, muito embora, por mais de uma vez, tanto o presidente estadual do PT (Pedro Eugênio), quanto eu, quanto outras pessoas, procuramos pelo menos, no caso do PSB, estabelecer conversas bilaterais. Mas assumimos a nossa parte e responsabilidade. Agora, não houve articulação na Frente Popular para que pudéssemos estar discutindo desde o começo do ano o que fazer em cada município, qual é importante para o partido tal, ou seja, fazer um debate onde os interesses pudessem ser partidariamente discutidos. Foi cada um por si para lutar pelo que considera melhor para si.

JC - Caberia a alguém ter tomado a iniciativa?

HUMBERTO - O PSB, como partido majoritário, hegemônico da Frente Popular, poderia ter sido o catalizador dessa discussão. Lógico que isso não é um assunto para o governador, mas para os partidos, em especial o PSB que é majoritário. Poderíamos ter discutido como proceder de forma a não gerar fraturas na Frente. Tudo isso está acontecendo por falta de diálogo. E essa é apenas uma etapa, a das filiações, as definições de candidaturas vão acontecer do fim do ano para frente. Se não criarmos esse fórum para debater as candidaturas em cada município, quando chegar lá na frente teremos o mesmo problema. É lógico que não teremos um consenso geral porque os interesses são diversos. Há municípios que têm quatro grupos que apoiam a Frente Popular. Em alguns não vai ter como conciliar os interesses, mas onde for possível estabelecer a conciliação, melhor. O PT vai publicamente, passado o 7 de outubro, fazer um chamamento ao PTB, ao PDT, ao PSB, ao PCdoB para que possamos discutir 2012 de uma forma articulada.

JC - Como funcionaria o fórum?

HUMBERTO - Uma vez por mês os partidos aliados devem discutir onde é que está a grande a confusão. Onde tem jeito (entendimento) e onde não tem. É isso que tem que fazer. Outra coisa: quem é que decide o que é prioritário para cada partido? Disseram essa semana que Caruaru é importante para o PDT; para o PCdoB é Olinda; para o PT, Recife; para o PSB, Petrolina. E o PTB? E Santa Cruz do Capibaribe? Essa é a cidade mais importante para o PTB, porque não se respeita também? Tem sido feito lá um acordo do PSDB com o PSB contra o PTB. Por que o PTB também não pode dizer: “Isso aqui deixa para mim.” Quem é que decide? Os partidos têm que fazer essa discussão e não deixar escapar a unidade na Frente.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O perfeito imbecil politicamente incorreto


   Sabe aquele sujeito que se sente no direito de ir contra as ideias mais progressistas e civilizadas em nome de uma pretensa independência de opinião? Saiba como reconhecê-lo   

Por Cynara Menezes, na Carta Capital


Em 1996, três jornalistas –entre eles o filho do Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa, Álvaro –lançaram com estardalhaço o “Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano”. Com suas críticas às idéias de esquerda, o livro se tornaria uma espécie de bíblia do pensamento conservador no continente. Vivia-se o auge do deus mercado e a obra tinha como alvo o pensamento de esquerda, o protecionismo econômico e a crença no Estado como agente da justiça social. Quinze anos e duas crises econômicas mundiais depois, vemos quem de fato era o perfeito idiota.

Mas, quem diria, apesar de derrotado pela história, o Manual continua sendo não só a única referência intelectual do conservadorismo latino-americano como gerou filhos. No Brasil, é aquele sujeito que se sente no direito de ir contra as idéias mais progressistas e civilizadas possíveis em nome de uma pretensa independência de opinião que, no fundo, disfarça sua real ideologia e as lacunas em sua formação. Como de fato a obra de Álvaro e companhia marcou época, até como homenagem vamos chamá-los de “perfeitos imbecis politicamente incorretos”. Eles se dividem em três grupos:

1. o “pensador” imbecil politicamente incorreto: ataca líderes LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trânsgeneros) e defende homofóbicos sob o pretexto de salvaguardar a liberdade de expressão. Ataca a política de cotas baseado na idéia que propaga de que não existe racismo no Brasil. Além disso, ações afirmativas seriam “privilégios” que não condizem com uma sociedade em que há “oportunidades iguais para todos”. Defende as posições da Igreja Católica contra a legalização do aborto e ignora as denúncias de pedofilia entre o clero. Adora chamar socialistas de “anacrônicos” e os guerrilheiros que lutaram contra a ditadura de “terroristas”, mas apoia golpes de Estado “constitucionais”. Um torturado? “Apenas um idiota que se deixou apanhar.” Foge do debate de idéias como o diabo da cruz, optando por ridicularizar os adversários com apelidos tolos. Seu mote favorito é o combate à corrupção, mas os corruptos sempre estão do lado oposto ao seu. Prega o voto nulo para ocultar seu direitismo atávico. Em vez de se ocupar em escrever livros elogiando os próprios ídolos, prefere a fórmula dos guias que detonam os ídolos alheios –os de esquerda, claro. Sua principal característica é confundir inteligência com escrever e falar corretamente o português.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O que pensava o gênio Steve Jobs sobre isso e aquilo...

Veja abaixo uma seleção de pensamentos do fundador da Apple, Steve Jobs, falecido ontem aos 56 anos, em decorrência de um câncer no pâncreas. Algumas frases foram ditas no memorável discurso para formandos da Universidade de Stanford.

A morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Tira o velho do caminho para dar lugar para o novo.

Não há motivo para não se seguir o coração… Nunca deixe de ter fome. Nunca deixe de ser insensato.

Seu tempo é limitado, então não o desperdice vivendo a vida de outra pessoa. Não se deixe aprisionar pelo dogma – que é viver segundo os resultados dos pensamentos de outras pessoas. Não deixe o barulho da opinião dos outros sufocar sua própria voz interior.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço de evitar a armadilha de achar que você tem algo a perder.

Assange não vem. Chama o Mainardi

    Julian olhou para o ninho tucano e pensou: "Vou não, posso não..."     
Julian Assange, o fundador e editor-chefe do WikiLeaks, recusou convite para participar do congresso da Juventude do PSDB, programado para dezembro em Goiânia.

Um email do WikiLeaks foi enviado ao secretário-geral da Juventude Tucana, Wesley Goggi, recusando o convite. E pede, ainda, que o nome de Assange seja "retirado" de materiais "promocionais" do congresso.

Como se vê, Assange não nasceu ontem e parece saber quem é quem no Brasil.

Morreu Steve Jobs, o homem que tornava as coisas possíveis

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A Band apertou o off de Rafinha

   Pode rir que eu me lasquei  
O humorista Rafinha Bastos está fora do programa CQC. A emissora decidiu tirá-lo do ar após a repercussão negativa de piadas feitas recentemente, consideradas de mau gosto.

Clique aqui para ver o que Rafinha aprontou.

A gota d´água ocorreu na  semana passada, quando ele fez um comentário pesado com a gravidez da cantora Wanessa Camargo. "Eu comeria ela e o bebê", afirmou o humorista durante o programa.

Wanessa é esposa de Marcus Buaiz, sujeiro muito poderoso no meio empresarial. É amigo de artistas, produtores, celebridades etc. (leia-se Ronaldo Fenômeno, Luciano Huck...)